BAHIA CONTINUA DEPRIMENTE, DECEPCIONANTE E BROXANTE...
A decepção do torcedor do Bahia na Fonte Nova foi e continua enorme e marcará todo ano de 2026.
Terminado o jogo do Bahia pela libertadores, lembrei-me da pergunta do jornalista José Trajano: qual a melhor hora para demitir um técnico?
A "lei Trajano", como é chamada, deveria ser mais levada a sério pelos clubes para justificar a continuidade do trabalho do técnico ou para abreviar o trabalho inconsistente.
Não é porque o Bahia foi desclassificado pelo pequeno e aguerrido O'Higgins que uma decisão sobre o comando técnico deveria ser tomada, mas porque a desclassificação foi consequência de um trabalho que não conseguiu superar certas deficiências do time. Rogério fracassou nesse aspecto.
As deficiências do Bahia são graves e o trabalho de Ceni não consegue superá-las. Em duas partidas contra o O'Hinggins, o Bahia não chutou nenhuma bola na primeira e foi ineficiente na segunda, apesar da elevadíssima posse de bola. Esse problema grita.
O erro cometido no lance que deu origem ao gol do O'Higgins foi constrangedor. Naquele momento, a torcida tricolor percebeu que o time não tinha o brio necessário, o espírito coletivo imprescindível e a capacidade de competir em jogo grande. A frustração se estabeleceu. Aquele lance era totalmente favorável ao Bahia e geraria um bom contra ataque, mas o erro foi fatal e infantil. Isso se repete em diferentes campeonatos, até no Baiano.
A dificuldade do Bahia em ganhar matas-matas é enorme e óbvia. Mas não é só isso. É uma sequência repetida de problemas defensivos e ineficiência crônicas nas finalizações, cobranças de faltas e saídas de bola. O trabalho é mal feito em quesitos importantes para quem quer disputar de uma Copa como a Libertadores.
O trabalho de Rogério e nem o time está à altura de suas ambições. Os erros persistem há muito tempo, mas nunca foram definitivamente superados…
Claro, a culpa não é só do técnico, mas do investidor também.
Ferran Soriano, CEO do Manchester City, estava na Fonte Nova na noite fatidica e viu um primeiro tempo empolgante e um segundo tempo decepcionante. Sua equipe não compete em alto nível.
Após o gol do O'Hinggs, o time do Bahia desmoronou e não acertou mais nada. Rogério também se precipitou. Sacou do time Caio Alexandre e William José por medo de tomar o gol de empate. Desorganizou o time todo e colou Dell, o garoto de 17 anos, no fogo.
Está na hora de Ceni deixar o cargo de técnico do Bahia? Não sem uma avaliação corajosa sobre a responsabilidade do Grupo City.
O grupo investe em centro de treinamento supermoderno e quer adquirir mais 5% do Bahia, mas não investe no elenco como deveria. E não estou falando de grandes contratações, mas de jogadores que ajudem a corrigir problemas mais óbvios e crônicos.
O tempo do Grupo City parece ser outro e considera normal o desempenho do time, mas os erros repetidos e não sanados há três anos não podem ser normalizados, aceitados como normais.
Na verdade Rogério, apesar da teimosia e burrice, não consegue e nem conseguiu extrair todo potencial de alguns atletas, poucos, mas diferenciados, e o time continua decadente.
Ontem a noite, no empate com o fraquíssimo vitória, ficou novamente evidenciado a sua falta de preparo, comando e discernimento, um festival d e incompetência no primeiro tempo, apesar do dominio total, perde gols demais...ele mexe errado, depois vem com o mesmo blá blá blá antipático , que ninguém suporta mais, por mim, já algum tempo xô ruingério, william ruimé, nestor da vida, michel infeliz são caricaturas de jogadores e um ex-jogador em atividades....ninguém aguenta mais os nojentos diretores e o já insuportável ruingério.

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