Ancelotti viaja ao Canadá, e CBF trabalha calendário para próximo ciclo

Entendimento nos bastidores é que o período para cobranças é para 2030 e treinador teve um ano para “apagar incêndio”. Italiano chega ao Rio entre fim de agosto e início de setembro

Por Cahê Mota e Bruno Cassucci — Nova Jersey, EUA

Cahê Mota traz os detalhes do caminho da Seleção até a Copa do Mundo de 2030



Quatro anos e dois dias. Este é o tempo até a abertura da Copa do Mundo de 2030, e a Seleção começa o ciclo nesta segunda-feira sem dúvidas de que Carlo Ancelotti será o comandante.

A eliminação precoce para a Noruega, nas oitavas de final do Mundial de 2026, não coloca em xeque o futuro do italiano, que teve seu contrato renovado no início de maio. A CBF entende que o período de um ano foi curto para avaliações mais pesadas a respeito do trabalho de Carleto e aposta no treinador para que o Brasil retome o caminho das vitórias.

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Nos bastidores, a posição da CBF é a mesma de antes da Copa independentemente da performance em solo americano. A definição é de que Ancelotti chegou para “apagar incêndio” após um ciclo conturbado em que foi o quarto técnico. Ele será cobrado pelo que apresentar nos próximos quatro anos.

A percepção passa muito pelo período ser também o mesmo da atual gestão comandada por Samir Xaud, que tomou posse um dia antes da apresentação do italiano. O departamento de seleções, comandado por Rodrigo Caetano, com o contrato igualmente renovado, permanece sem mudanças.

A única alteração definida é na comissão técnica, com a saída de Davide Ancelotti para comandar o Lille, da França. O filho do treinador tinha sido ausência na maior parte do tempo, afinal, comandava o Botafogo.