Pode mais? Brecha no registro do limite de estrangeiros permite atletas não entrarem na contagem
Apesar da aprovação da nova regra que reduz gradativamente o número de
estrangeiros relacionados, existem casos onde atletas não entram na
contagem.
Apesar da
aprovação dos clubes da nova regra que reduz gradativamente o
número de estrangeiros relacionados a partir da próxima
temporada, existem casos onde atletas não entram na contagem de gringos.
Tratam-se de
três critérios: jogadores que possuem dupla cidadania, que nasceram no Brasil e
defendem outras seleções, ou aqueles considerados com raízes brasileiras. No
cenário atual, oito atletas entram nesses critérios, são eles:
- Jorginho (Flamengo)
- Maurício (Palmeiras)
- Matheus Reis (Fluminense)
- Coronel e Rafael Tolói (São Paulo)
- Kannemann (Grêmio)
- Elliasson (Suécia)
- João Costa (Cruzeiro).
Desses
casos, o mais curioso é do Kannemann. O zagueiro completou 10 temporadas no
futebol brasileiro e finalizou o processo de naturalização em março deste ano.
Ele nasceu na Argentina, em Concepción del Uruguay, e não possui família
brasileira.
Outra
situação de não nascido no Brasil, mas com ligação ao país é o de Eliasson, do
Internacional. O jogador nasceu em Varberg, na Suécia, mas é sueco-brasileiro,
pois a mãe é baiana. O critério de raízes brasileiras segue a definição da
Constituição Federal.
E no caso dos outros atletas?
Os outros seis atletas da atual lista nasceram no Brasil, mas possuem uma segunda nacionalidade. São os casos dos ítalo-brasileiros Jorginho (nascido em Imbituba-SC) e Rafael Tolói (Glória d'Oeste-MT), os brasilo-paraguaios Maurício (São Paulo) e Coronel (Corumbá-MS), o luso-brasileiro João Costa (Umuarama-PR), o mexicano-brasileiro Matheus Reis (nascido no Rio de Janeiro).

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